Depois do mensalão... (Lembra, José Dirceu?);
Depois do escândalo dos bingos...(Lembra?)
Depois da máfia dos sanguessugas... (Lembra?);
Depois do valerioduto...(Lembra do carequinha?);
Depois do Caso Celso Daniel...(Lembra, coordenador financeiro da campanha de Lulla?)
Depois dos dólares na cueca...(Lembra do jatinho?);
Depois do filho de Lulla ganhar R$ 1 milhão da Telemar...(Lembra?)
Depois da quebra do sigilo fiscal do caseiro Francenildo... (Lembra, Palloci?);
Depois do dossiê "FHC" fabricado na Casa Civil... (Lembra, Dilma?);
Depois dos ministros se esbaldarem com os cartões corporativos...(Lembra da tapioca?);
Depois da Petrobrás, com o nosso dinheiro, financiar festas de São João de prefeituras petistas...
Depois de salvar o mandato de Renan Calheiros... (Lembra, PT?);
Depois de pedir "desculpas" e agradecer Collor pelo apoio...(Lembra, Lulla?);
Depois de dizer que Sarney é pessoa incomum e sustentá-lo no Senado...(Lembra, Lulla?);
Maldade que circula no território livre da internet sobre as novas "palavras de ordem" da UNE (ou seriam do PT, dos sindicatos?):
"Collor é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo";
"Sarney somos nós, nossa força, nossa voz";
"Tropa de choque, osso duro de roer/pega um, pega geral/também vai pegar você";
"Caminhando e cantando e seguindo o Renan"...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
20 e tantos anos
20 anos é o tempo planejado pelo PT para permanecer no poder. Depois da eleição e re-eleição do presidente Lula, e da tentativa fracassada do famigerado 3º mandato do "sapo barbudo", o partido dos Trabalhadores se prepara para disputar a primeira eleição presidencial sem Lulla, que escolheu e impôs a candidatura da Ministra MentiDilma ao PT e aos partidos aliados.
Só que eles não contavam com a reviravolta de uma eleição que tinha tudo para ser plebiscitária (candidato de Lula x candidato anti-Lula), o que diante das circunstâncias seria um desfavor a democracia, principalmente quando se encontra no país, e em especial no Nordeste, mais de 11 milhões de família beneficiadas pelo Bolsa Família, que terá reajuste em breve.
A reviravolta atende pelo nome de Marina Silva, atual senadora pelo PT, herdeira de Chico Mendes, ex-ministra que viu sua autoridade e planos sabotados por ninguém menos que a mestra e doutora Dilma. Nem mestre, nem doutora, pega na mentira!
A entrada de Marina, que foi convidada pelo PV, prejudica e muito os argumentos da campanha petista que pretendia incluir a questão do gênero (homem x mulher) nas eleições, na provável disputa Serra x Dilma. Com a entrada da ex-ministra esta discussão se enfraquece.
Outro fato que preocupa o Planalto é que Marina é mais PT que Dilma, criada nas hostes do PDT brizolista e fator de resistência por petistas mais xiitas e de outro lado, por petistas e eleitores descontentes com o PT, sendo o último o meu caso.
Em 2009, conta-se 20 anos das eleições presidenciais de 1989, a primeira em que os brasileiros votaram e escolheram o primeiro presidente pós-ditadura, o caçador de marajás Collor. Este ser repugnante fez de tudo contra Lula para ganhar as eleições. Depois, Lula, PT e agregados (UNE, sindicatos e etc) organizaram protestos que varreram o país exigindo o impeachment de Collor. O resultado todos conhecemos.
Durante esses 20 anos trocaram insultos e xingamentos, mas em 2009 o sublime amor entre Collor e Lulla floresceu da lama. Em Alagoas, o "protetor-mor dos corruptos" Lulla disse para a claque que o aplaudia que os brasileiros deveriam "perdoar" Collor e reconhecer o grande trabalho que faz na base do governo dele e que tem tudo para voltar ao governo de Alagoas (o começo de tudo) com as bençãos de Lulla.
20 anos era a idade dos jovens que gritaram o Fora Collor em 92. 20 anos é a (média de) idade dos jovens que hoje gritam Fora Sarney, Fora Collor, Fora Renan e Fora Lulla, que sustenta os três últimos.
sábado, 15 de agosto de 2009
Manifestação #forasarney em Salvador (parte 1)
A manifestação #forasarney contou com a participação de pessoas, jovens em sua maioria, inconformadas com os escândalos políticos no Senado Federal cujo principal envolvido é o ainda presidente, o senador pelo Amapá(?!) José Sarney.
O que esta manifestação difere das demais é que a mobilização e organização foi feita basicamente através de sites de relacionamento da internet: orkut, twitter, facebook, etc. É a tecnologia auxiliando a democracia, como acontece com o site Generación Y, de uma jovem cubana que denuncia a ditadura cinquentona dos Castro, e como ocorreu mais recentemente no momento pós-eleição (controversa) do Irã. Os manifestantes passaram a enviar informações para o resto do mundo através do Twitter.
A média de idade dos jovens que participaram da manifestação é 17/18 anos, se muito. Alguns deles votarão pela primeira vez no próximo ano e ainda não decidiram que carreira seguir, mas já estavam lá, lutando contra a corrupção. Será o recomeço dos caras-pintadas? Espero que sim...
Foi bom presenciar a reação das pessoas nas ruas e nos carros apoiando a iniciativa daqueles jovens através de aplausos, assovios do alto dos prédios e da buzina dos carros.
A sensação era de reafirmação da condição de cidadão, que a todo momento os maus políticos insistem em nos fazer esquecer. A nova geração está nas ruas para provar o contrário!
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